olive oil & dried fruit scones (bolinhos de azeite e frutos secos)

These olive oil and dried fruit scones are absolutely delicious. The flavor and texture of this vegan scones are just perfect. Hope you give them a go.

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  • 190g self-raising flour
  • 60g gluten free flour
  • 30g olive oil
  • 50g dark sugar
  • 2 flax eggs 
  • pinch of salt
  • 100g water
  • 2 tsp baking powder
  • 1 cup mixed dried fruit

Prepare the flax eggs.

Preheat the oven to 200ºC.

Blend all the ingredients (less the fruit) in a food processor, until well combined.

Flour your hands and place the dough on a floured surface and shape into a rough circle about 3 – 4cm thick.

Then place the scones on a baking sheet and bake for ~10–15 minutes. Carefully remove the tray from the oven and allow to cool for 5 minutes.

Serve and enjoy the olive oil and dried fruit scones.

📍swap the gluten-free flour for self-raising flour if needed.

PT:
  • 190g farinha branca
  • 60g farinha sem glúten  
  • 30g azeite
  • 50g açúcar mascavado
  • 2 ovos linhaça
  • 1 pitada de sal
  • 100g água
  • 2 c. chá fermento
  • 1 caneca de mistura frutas secas 

Preparar os ovos de linhaça.

Pré-aquecer o forno a 200°C.

Misturar todos os ingredientes (menos a fruta) num processador de alimentos, até que se obtenha uma massa homogénea.

Colocar a massa sobre uma superfície com farinha. Com a mãos ou formas, moldar pequenos círculos com cerca de 3 a 4 cm de espessura.

De seguida, colocar os bolinhos num tabuleiro de ir ao forno por cerca de 10 a 15 minutos.

Remover cuidadosamente o tabuleiro do forno e deixar arrefecer por 5 minutos.

📍Substituir a fainha sem glúten por farinha branca se necessário.

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vegan sundried tomato cheese (queijo vegano com tomate seco)

This vegan sundried tomato cheese is delicious and full of flavor. Its hard and sliceable and I couldn’t be more excited, to be sharing it with you! Its perfect to add to lots of different dishes, to have as a snack, and is great to impress when you have guests at home.

This cashew cheese doesn’t have any starch, only the agar does the trick to hold the cheese together.

  • 1/2 cup cashew nuts
  • 1/2 cup +  1 tbs  water
  • 3 tbsp nutritional yeast
  • 2-3 tbsp apple cider vinegar (adapt to taste)
  • 1 tbsp olive oil
  • 1/2 tsp salt
  • 1/2 tsp garlic powder
  • 1 tbsp agar powder
  • ~2 tsp black cracked pepper
  • ~ a handful of dried diced tomatoes
  • olive oil to brush the ramekin

Pour all the ingredients less the pepper and tomatoes into a powerful blender. Blend on high speed for about 1 to 3 minutes, until is completely smooth.

Blend on high speed for about 1 to 3 minutes, until you have a very smooth consistency.

Put the liquid into a frying pan over medium heat, and stir constantly, for approximately 5 minutes. When starts to turn into a thick paste and starts to stick together, add the pepper and the tomatoes and mix in.

Pour the mixture into lightly oiled ramekins and refrigerate for at least 2 hours. Remove by turning upside down onto a plate or board.

Sprinkle with freshly cracked pepper and enjoy with some bread or crackers.

Store in the fridge.

PT:
  • 1/2 caneca de cajus
  • 1/2 caneca + 1 C. sopa de água 
  • 2 colheres de sopa de levedura nutricional 
  • 2-3 colheres de sopa de vinagre de maçã (adaptar ao gosto)
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de sal
  • 1/2 colher de chá de alho em pó (adaptar ao gosto)
  • 1 colheres de sopa de agar em pó
  • ~2 colher de chá de pimenta preta
  • ~uma mão cheia de tomate seco picado
  • azeite para untar o ramekin

Colocar todos os ingredientes com excepção da pimenta e do tomate num processador de alimentos.

Processar em alta velocidade por cerca de 1 a 3 minutos, até ficar completamente homogêneo.

Colocar o líquido numa frigideira antiaderente em lume médio, e ir mexendo por aproximadamente 5 minutos. Quando começar a ficar mais espesso e a formar uma bola, juntar a pimenta e o tomate e envolver bem.

Colocar a pasta em forminhas levemente untadas com azeite e levar ao frigorifico por pelo menos 2 horas. Retirar os queijinhos das formas virando-os aos contrário para um prato. 

Polvilhar com pimenta triturada de fresco e saborear. 

Guardar no frigorifico. 

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Vegan banana & nuts muffins (queques de banana e frutos secos)

These vegan banana nut muffins are soft, moist, sweet and really easy to make, plus entirely vegan, guilt-free and full of deliciousness.

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  • ½ cup dark sugar or 2 tablespoons (30 ml) maple syrup
  • 1+ 1/3  – 2 cups mashed ripe bananas (~4-5 medium bananas)
  • 1/3 cup olive oil
  • 2 tablespoons ground flaxseed
  • 1 teaspoon vanilla extract
  • ¼ cup water
  • 1 tablespoon apple cider vinegar
  • 2 cups all-purpose flour
  • 1/2 tsp baking powder
  • ¾ teaspoon baking soda
  • 1/2 tbsp cinnamon
  • 1/4 tsp nutmeg
  • 1 cup chopped walnuts +  more to sprinkle
  • 1 cup dark chocolate chips (optional)

Pre-heat oven to 180º-200ºC.

Peel and mash the bananas until you have 1 1/3  – 2 cups of mashed banana.

Stir the water, olive oil,  and vanilla into the banana until combined.

Then add and stir all the other ingredients. Stop stirring when there are no flour patches at the bottom of the bowl and the mixture is smooth.

Spoon batter into muffin molds, and sprinkle chopped walnuts nuts on top of muffins.
Bake for ~20 – 25 minutes or until a toothpick inserted in centre of each muffin comes out clean.

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PT:
  • ½ caneca de açúcar mascavado ou 2 c. de sopa (30 ml) de xarope de ácer
  • 1+1/3 – 2 canecas de purê de banana madura (~4-5 bananas médias)
  • 1/3 caneca de azeite
  • 2 c. de sopa de linhaça moída
  • 1 c. de chá de extrato de baunilha
  • ¼ caneca de água
  • 1 c. de sopa de vinagre de maçã
  • 2 caneca de farinha de trigo
  • 1/2 c. de chá de fermento em pó
  • ¾ c. de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 c. de sopa de canela
  • 1/4 c. de chá de noz-moscada
  • 1 caneca de nozes picada + e mais para decorar 
  • 1 caneca pepitas de chocolate preto (opcional)

Pré-aquecer o forno a 180º-200ºC. 

 Descascar bananas até obter 1 1/3 – 2 canecas de banana esmagada.

Juntar a água, o azeite e a baunilha ao purê de banana e combinar bem.

De seguida, adicionar todos os outros ingredientes. Parar de mexer quando já não houver bolinhas de farinha no fundo da tigela e a mistura estiver bem homogênea.

Despejar a massa em formas para queques e decorar com nozes picadas.

Cozer por ~ 20 – 25 minutos até que esteja levemente dourado e firme no topo.

Relatos e dicas de uma esfomeada Vegana em viagem

(click here to read the📍english version )

Mais do que responder às mesmas perguntas vezes sem conta de familiares e amigos sobre o meu défice de proteínas e ferro, que as plantas também têm sentimentos, e se não tenho pena das alfaces, pretendo partilhar aqui contigo os desafios e os privilégios que os viajantes veganos, frequentemente, encontram em viagem.  

É indiscutível que é muito mais fácil ser vegana no conforto da minha casa e na minha cidade onde já conheço todos os mercados, supermercados e lojas, do que em viagem. Principalmente quando aterro num local onde nunca estive e com tempo limitado. Mas isso, por norma, até acaba por trazer excitação e é sempre uma oportunidade para descobrir novos sabores! O “desconhecido” faz parte do encanto e da experiência dos viajantes.

Contudo, em cima desse desconhecimento que se tem quando se viaja para um novo destino, acrescenta-se o facto de que muito poucos são os países que são conhecidos por terem muitas e boas opções veganas. Talvez nos venha logo à cabeça a Índia, mas provavelmente ficamos por aí.

Dito isto, tenho de acrescentar que viajo bastante e nunca passei fome. Viajar sendo vegana não só é possível como também muito interessante!

Conhecimento é poder

Certos países são mais amigos dos vegetarianos/veganos do que outros. Por isso, é sensato fazer uma pesquisa sobre a culinária local antes de partir.

Saber quais são os pratos e ingredientes típicos do país, é bastante importante para além de culturalmente enriquecedor. Em todo o lado há comidas que são naturalmente veganas, ou quase veganas. Tendo esse conhecimento em mãos, vamos saber que pratos pedir e quais os ingredientes que podemos acrescentar, retirar ou substituir.

A verdade é que a Internet e os guias de viagem tornam esta tarefa fácil e rápida.

Planear com antecedência

Quando viajamos de carro, autocarro ou comboio, o ideal é levar farnel para a viagem. Se a viagem for de avião, é importante pedir a refeição quando se compra o bilhete. Até hoje todas as companhias aéreas com quem voei ofereciam refeições veganas nos voos de longa duração sem custo adicional. 

É importante ainda referir que as refeições especiais são sempre servidas primeiro! Mesmo assim, como sou uma pessoa um pouco para o esfomeada, levo sempre comigo montes de lanches como frutos secos, chocolate, barrinhas, sandes, fruta fresca e bolinhas proteicas.

Quando a viagem é para países desenvolvidos, não pode ser mais fácil. A aplicação do HappyCow é espectacular! Basta dizer onde estamos e quantos quilómetros estamos disponíveis para andar e dá-nos uma lista dos restaurantes veganos/vegetarianos por perto. Depois, é só seguir o Google Maps. 

Aqui percebemos o quão sortudos somos por podermos fazer opções éticas até sobre o que comemos, sem grandes problemas.

Contudo, esta não é a realidade em todo o lado. Muitos lugares são bastante complicados, como é o caso de Cuba, um safari no Quénia, a Argentina ou nos desertos da Mongólia. Mas mesmo que à primeira vista pareça que é uma tarefa impossível encontrar algo vegano, é sempre possível.

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Vantagens 

Para quem viaja de mochila às costas, passando ao lado das estâncias, onde os cuidados de higiene são em princípio um pouco semelhantes aos que estamos habituados, existem sempre situações onde as opções são parcas e pouco apetecíveis.

Quando se viaja para países em vias de desenvolvimento e se saí da rota turística em busca de locais mais remotos, as opções onde comer podem ser muito escassas. E é um risco enorme comer uma carne que esteja abandonada às moscas na berma da estrada debaixo do sol ou um marisco num barracão sem electricidade. Parece-me sempre mais encorajador optar por vegetais cozinhados e frutas que podem ser descascadas.

Por outro lado, acabo por ir a sítios que de outra forma nunca iria, pois aquele restaurante turístico localizado na praça central não é opção. Assim, acabo por ser obrigada a falar com pessoas locais, e a explorar bem a culinária de cada país.

Conhecer novas pessoas enriquece qualquer viagem. Muitas já foram as vezes que locais me deram boleia para aquele que consideravam ser o melhor restaurante da sua terra a servir comida vegana ou caminharam comigo até ao local.

Se viajasse de outra forma e não fosse vegana nunca teria descoberto tantos sítios típicos longe das rotas turísticas. Teria perdido imensas oportunidades que me permitiram viver e experienciar cada local de forma mais autêntica.

Na grande maioria das grandes cidade é geralmente muito fácil encontrar comida vegana. Em Los Angeles, New York, Portland, San Francisco, em Londres, Toronto, Tel Aviv, Bengaluru, Chennai, Singapura, Hong Kong, Berlim, e Taipei. Estes são alguns exemplos onde é extremamente fácil tropeçar num bom prato vegano.

O que não dispenso

Independentemente do país que visito, viajo sempre com uma pequena mala de cabine. Por isso, nunca posso levar um canivete ou uma faca comigo, mas é logo uma das primeiras compras que faço. É fundamental ter algo cortante para descascar e cortar frutas e vegetais, e uma colher para comer algumas frutas, como mamão, papaia, kiwi, maracujá… Eu tenho um kit da  To-Go Ware Utensil Set, que contem uma faca, garfo, colher e pauzinhos chineses tudo feito de bamboo, são espectaculares, duradouros, leves e muito práticos.  

Ter uma pequena mochila para quando se anda a passear é essencial. Carregar alguns lanches, não só é uma forma de poupar dinheiro e tempo, mas também de nos mantermos alimentados e saudáveis ao longo de toda a viagem. E claro que não dispenso  a minha garrafa da Vapur, é reutilizável evito as garrafas de plástico e quando está vazia dá para enrolar e não ocupa espaço nenhum, é mesmo excelente para viagens.

Shampoo em barra é outro item essencial. É leve, ocupa pouco espaço, não conta como liquido nos aeroportos e dura muitíssimo tempo.

Para lavar os dentes, levo uma escova e pasta mas também um pauzinhos de miswak. Apesar de não ser nada fã do sabor faço o ‘sacrifício’ quando estou em viagem. Eles são espectaculares, não precisam de água ou pasta dos dentes por isso dá para lavar os dentes em qualquer lado.

Já disse adeus aos pensos higiénicos e tampões à muitos anos, e quando estou em viagem não há excepções. O copo menstrual é muito prático, e leve,  e pode-se ter o copo colocado até a um máximo de 12 horas, por isso a questão da limpeza não é grande problema, pois pode ser sempre feita ao fim do dia quando estamos de volta ao alojamento. 

Ir aos mercados

A ida a mercados não é só um excelente meio de imersão cultural, mas é também um óptimo local para comprar e abastecer com fruta fresca, sandes, vegetais, manteigas de frutos secos, doces, frutos secos…

Aprender a comunicar os básicos

Da experiência que tenho existem sempre opções, umas melhores outras piores, nos restaurantes típicos das localidades. Em alguns países saber falar inglês chega, mas noutros, torna-se imperioso conhecer algumas palavras-chave na língua nativa. É importante memorizá-las ou tê-las escritas num papel para explicar o que queremos.

Regra geral os restaurantes satisfazem os nossos pedidos facilmente. “Quem tem boca vai a Roma”! É importante contudo ser paciente e cortês, pois nem toda a gente sabe o que significa vegano ou vegetariano.

Já perdi a conta dos pratos que vieram com camarões e frango… Por isso, é preciso ser específico e paciente.

Uma vez no Borneo, expliquei bem o que queria. A senhora, muito atenciosa e simpática, disse: “sim, sim sei perfeitamente o que quer, esteja descansada…”. Quando o prato chega, digo: “mas isto tem carne…”. Ao que ela responde, confusa: “isso não é carne.., é frango!” Aqui aprendi mais uma lição: é preciso ser muito específico. Sem carne, sem frango, sem porco, vaca, sem peixe ou marisco, nem camarões!

Outra opção é fazer o passaporte vegano, que contêm palavras e frases em cerca de 80 línguas diferentes. Este livrinho pode ser comprado na página The Vegan Society ou noutros sítios web.

Onde Dormir

Uma boa opção são os albergues/hostels e airbnb que permitem a utilização da cozinha. Ou ficar com locais veganos em couchsurfing. Outra opção, é procurar alojamento 100% vegano. Eles existem, mas são por norma um pouco mais caros.

Segue blogs de viagens veganos

Esta é uma das melhores formas de encontrar informação. É dada por pessoas que estiveram no local para onde vais e, como tu, têm uma dieta vegetal.

Espero que este artigo te deixe um pouco mais relaxado/a se em breve fores embarcar na tua primeira aventura vegana. A realidade é que nada é impossível, muito longe disso. Tudo o que é preciso é um simples processo de preparação, seguir as dicas que aqui dei e as de outros viajantes que já estiveram no país para onde vais.

Resumindo, na prática, verduras, frutas, cereais e leguminosas estão em todo o lado com mais ou menos abundância, diversidade ou acessibilidade. 

Boas viagens e bom apetite 💚🌿🚌 deixa um comentário se tiveres alguma, questão ou se quiseres partilhar algo comentário ou dica.

photography – all rights reserved – Ana Rocha 

📍english version📍

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Raw Moringa cookies (bolachinhas de moringa)

 

For the cookie:
  • 1 cup almonds
  • 1 1/2 cup soft dates, pitted
  • 2 tbsp raw cacao powder
  • 1/3 cup oat flour
For the filling:
  • 2tsp Moringa Powder
  • 1 cup cashews (soaked overnight)
  • 1 + 1/2 cups shredded coconut
  • 5 tbsp maple syrup
  • 4 tbsp coconut oil
Chocolate topping:
  • 50g dark chocolate
  • 1 tbsp coconut oil
  • 2 tbsp maple syrup

Soak the cashews overnight.

Cookies:

Prepare the cookie dough processing all the ingredients together on high speed on a food processor until well incorporated and has a doughy texture that stays together.

With your hand slightly wet, shape the cookie dough into circles, until all the dough is used.

Put it in the fridge, while you prepare de filling paste.

Filling:
Drain and rinse the cashews, and add all the ingredients for the filling into the food processor and process on high, until creamy.
Put the filling on top of one cookie then place another cookie on top. Repeat for the rest of the cookies.

Refrigerate the cookies, while you prepare the chocolate.

Chocolate topping:

Gently melt the coconut oil and chocolate over low heat in a saucepan or on the microwave. Then add the maple syrup and stir.

Using a spoon put chocolate onto the tops of the cookies spreading slightly. Refrigerate until firm.

Store in the fridge or freezer in a glass container and enjoy.

PT:
Para as bolachas:
  • 1 caneca de amêndoas
  • 1 + 1/2 caneca de tâmaras (sem caroço)
  • 2 colheres de sopa de cacao em pó
  • 1/3 caneca farinha de aveia 
Para o recheio:
  • 2 colheres de chá Pó de Moringa
  • 1 caneca de cajus (demolhados durante a noite)
  • 1 + 1/2 caneca de côco ralado
  • 5 colheres de sopa de xarope de acer
  • 4 colheres de sopa de óleo de coco
Cobertura de chocolate:
  • 50g de chocolate preto
  • 1 colher de sopa de óleo de côco
  • 2 colheres de sopa de xarope de ácer

Demolhar os cajus durante a noite.

Bolachinhas:

Preparar a massa processando todos os ingredientes num processador de alimentos e em alta velocidade até ficar cremoso.

Humedecer as mão com água e moldar pequenos círculos, até que toda a massa seja usada.

Colocar no frigorifico enquanto se prepara o recheio. 

Recheio:

Escorrer e lavar os cajus e adicione todos os ingredientes para o recheio no processador de alimentos e processar em alta, até ficar uma pasta cremosa.
Coloque o recheio em cima de uma bolacha, e colocar outra bolacha em cima. Repetir até que não hajam mais bolachas. 
Colocar no frigorifico enquanto se o chocolate. 

Cobertura de chocolate:

Derreter o óleo de côco e o chocolate numa panela em lume brando ou no microondas, depois adicionar o xarope de ácer e mexer.

Com uma colher, colocar chocolate no topo dos biscoitos, espalhando ligeiramente. Por no frigorífico até que o chocolate esteja firme.

Guardar num recipiente de vidro no frigorifico por uma semana ou congelar por alguns meses.

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Albi a beautiful town in southern France

Albi is small and relatively off-the-touristy radar town on the Tarn River in southern France, conveniently located about an hour northeast from Toulouse.

Despite its size, Albi is incredibly rich in history and charm. For me is without a doubt one of my favorite small town in France.

Albi is covered in red bricks, what gives this town a charming and distinctive aspect. The best way to visit Albi is by wandering around the historic center. Through the small cobblestone streets and alleyways near the river.

Albi Cathedral

The Cathedral is an UNESCO World Heritage Site. This place will take your breath-way, it’s imposingly tall and has a distinctive look for the use of brick to construct its exterior. I personally, never came across a construction of this size made of bricks.

This incredibly beautiful Gothic Cathedral is located in the middle of the lovely charming plaza filled with cafes, boulangeries, and other stores.

I found the interior as impressive as the exterior.

Maison du Vieil Alby

The Maison du Vieil Alby is a brick-half-timbered house covered in red-bricks. This house is one of the oldest-surviving buildings in Albi.

 Collégiale Saint-Salvi

A Catholic church with a small cozy cloister, perfect stop, to have a snack or to relax.

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Palais de la Berbie

The Palais de la Berbie was a former Bishop’s Palace that serves today as an art museum dedicated to the artwork of Henri de Toulouse-Lautrec.

The gardens behind it, are truly fantastic and the view of the Tarn River spectacular.

Old medieval bridge.

The special thing about the Albi bridge is that it’s also constructed with the same red brick from which all the buildings in the old town were made.

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From the bridge, you get a great view over the rest of Albi and the city of Madeleine which is located on the other side of the bridge. The river itself is also quite pretty.

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From the other side of town, you have excellent views of the cathedral and the the Pont Vieux along the Tarn River

Marché Couvert

It’s a small indoor marketplace, unfortunately with no vegan options.

where to stay and how to get there

Albi is a great place to visit but is really small. So its better to base yourself in the nearby big city of Toulouse and do Albi as a day trip. Toulouse as plenty of accommodation choices and Albi doesn’t.

Toulouse has plenty of hostels, hotels as well as a range of AirB&Bs to choose from.

Blabla car works really well in France and is a great way to meet local people.

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photography – all rights reserved – Ana Rocha

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Vegan Saffron Risotto with Baked Tomatoes (risoto de açafrão com tomate assado)

IMG_5380This Vegan Saffron Risotto with Baked Tomatoes it’s creamy, healthy and really delicious. Don’t be intimidated to try it, because It’s really quite simple.
Vegan risotto is one of my favorite foods.

  • 1 small onion
  • 4 garlic cloves
  • 8 vine tomatoes
  • ½ tsp saffron
  • 175 grams arborio rice
  • ~150g fresh peas (if frozen boil first)
  • vegan parmesan to taste
  • thyme  to taste
  • Oregano to taste
  • salt and pepper to taste
  • parsley to taste

Preheat the oven to 180°C.

Saffron Risotto

Pour 750ml of water into a large saucepan, with the saffron powder and salt and bring to boil.

Peel and chop the onion and the garlic.

In a large saucepan heat a splash of olive oil on medium heat, and add the onion and garlic. Cook, stirring, until soft. Strip the thyme leaves from their stalks and stir in the thyme and oregano.

Mix in the rice and make sure it is well coated in the oil.

Add small amounts of the water to the rice and stir until almost absorbed. Repeat this process until all of the water has been absorbed.  Stir in the peas for the last 5 mins of cooking.

Stir some parmesan cheese through the finished risotto.

Serve with parsley and cheese on top.

Baked Tomatoes

Halve the tomatoes and put them on a lined baking tray, cut side up. Sprinkle with oregano, parmesan, black pepper and drizzle with a little olive oil.

Put the tomatoes on the top shelf of the oven, for about 15-18 mins, or until they  are tender

Serve the tomatoes on top of the risotto.

📍Tips: Taste as you go, and add more water if you need.

It’s very important that you use a good quality saffron.

PT:
  • 1 cebola pequena
  • 4 dentes de alho
  • 8 tomates de videira
  • ½ c. de chá de açafrão
  • 175g de arroz arbório
  • ~ 150g de ervilhas frescas (se forem congeladas ferver primeiro)
  • queijo parmesão vegano a gosto
  • tomilho a gosto
  • orégãos a gosto
  • Sal e pimenta a gosto
  • salsa a gosto

Pré-aquecer o forno a 180°C.

Risoto de açafrão

Colocar 750ml de água numa panela grande, com o açafrão e sal e deixar ferver.

Descascar e picar a cebola e o alho.

Numa panela grande aquecer um fio de azeite em lume médio. Juntar a cebola e o alho. Cozinhar, mexendo até ficar macio. Retire as folhas de tomilho de seus talos e misture o tomilho e os orégãos na cebola e alho.

Adicionar o arroz e mexer bem para que fique coberto com o azeite.

Adicionar pequenas quantidades de água ao arroz e ir mexendo enquanto ele absorve a água. Repetir este processo até que toda a água tenha sido absorvida. Adicionar as ervilhas nos últimos 5 minutos de cozimento.

Adicionar  queijo parmesão ao risoto, mexer e provar. quando estiver no ponto,  servir com salsa e queijo por cima.

Tomate Assado

Cortar os tomates ao meio e colocá-los num tabuleiro de ir ao forno com o lado cortado para cima. Polvilhar com orégão, parmesão, pimenta preta e regar com um pouco de azeite.

colocar os tomates na prateleira de cima do forno até o concurso 15-18 minutos.

Servir os tomates em cima do risoto.

📍Dicas: Ir provado e adicionar mais água se necessário.

É bastante importante que o açafrão seja de boa qualidade.

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Vegan chia mousse with carob powder (mousse vegana de alfarroba)

This delicious vegan chia mousse with carob powder is easy and quick to make and has a very special ingredient – carob powder.

Carob powder (or carob flour), is a cocoa powder alternative, made from dried, roasted carob tree pods. The Carob powder is nutritionally rich and has lots of health benefits.

  • 1/2 cup chia seeds
  • tablespoon unsweetened cocoa powder
  • 1+1/2 cup vegetal milk 
  • 1 tablespoon carob powder 
  • 2 tablespoon any nut butter 
  • 1/4 cup sugar (or any liquid sweetener)

Place the chia seeds in a blender and blend in high-speed until powdered.

Add the other ingredients to the ground chia and blend on high speed until you have a great smooth texture.

Adjust sweetness and texture if needed. Transfer the mousse into serving cups.

Decorate with chopped nut and enjoy.

Store in the fridge in an airtight container up to 4 days.

PT:
  • 1/2 caneca de sementes de chia
  • 1 colher de sopa de cacau em pó
  • 1+1/2 caneca de leite vegetal
  • 1 colher de alfarroba em pó
  • 2 colheres de sopa de uma qualquer manteiga de frutos secos
  • 1/4 caneca de açúcar (ou um qualquer adoçante líquido)

Colocar as sementes de chia num liquidificador e triturar completamente as sementes até que fiquem em pó.

Adicionar todos os ingredientes à chia em pó e triturar tudo no liquidificador até se obter uma textura cremosa.

Ajustar o doce e a textura caso necessário. Colocar a mousse em tacinhas, decorar com nozes picadas e desfrutar.
Dá para guardar no frigorifico por até 4 dia.

Vegan Red Fruit Tart (tarte vegana de frutos vermelhos)

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Tart Crust

(~20.5 cm tart dish)

  • 1/8 cup coconut oil
  • 3/4 cup all-purpose flour (or gluten-free flour)
  • 3/4 cup group almonds (or almond meal)
  • tablespoons maple syrup (or other)
  • 7 tablespoons water

Preheat the oven to 180ºC, and lightly grease the tart dish.

Coconut and Lime Cream
  • 3/4 cup cashews
  • 1/4 cup coconut oil
  • 1/2 cup coconut cream
  • juice of 2 limes (+ additional zest, optional)
  • 1/4 cup maple syrup (or other)

Place all the ingredients into a food processor and run until smooth. Taste and adjust sweetness and lime.

Pour the mixture into the tart crust and place in the freezer to set.

Raspberry Jam
  • 4 heaping cups of ripe raspberries
  • 3+1/4 cups dark sugar
  • Juice of 1 lime

Place all of the ingredients in a large pot and, over medium-high heat, bring it to a boil, and let it cook for about 7-10 minutes.

When ready let it cool down.
Remove the tart from the freezer and top with the jam, fresh strawberries and fresh raspberries.
Serve cold 🙂 The tart will keep covered in the refrigerator for up to 5 days.
PT:
Massa para a tarte

(para forma de aprox. 20,5cm)

  • 1/8 de caneca de óleo de côco
  • 3/4 caneca de farinha de trigo (ou farinha sem glúten)
  • 3/4 de caneca de amêndoas (ou farinha de amêndoas)
  • 2 colheres de sopa de xarope de bordo (ou outro)
  • 7 colheres de sopa de água

Pré-aquecer o forno a 180°C e untar levemente a forma.

Combinar todos os ingredientes numa tigela grande até formar uma massa firme, adicionando a água lentamente, colher a colher.
Pressionar a massa na parte inferior da forma e ir subindo pelos lados, usando os dedos.
Com um garfo, furar a superfície da massa em vários sítios.

Levar ao forno por cerca de 20 – 30 minutos, ou até que esteja levemente dourada e firme ao toque. Retirar do forno e deixar arrefecer antes de adicionar o creme.

Creme de Côco e Lima
  • 3/4 caneca de cajus (castanha de caju)
  • 1/4 caneca de óleo de côco
  • 1/2 caneca de creme de côco
  • sumo de 2 limas (+ raspas opcional)
  • 1/4 caneca de xarope de bordo (ou outro)

Colocar todos os ingredientes num processador de alimentos e processar até se obter um creme homogêneo. Provar e ajustar o doce e a lima se necessário. 

Colocar o creme de côco e lima em cima da base e levar ao congelador para ficar firme.

Doce de framboesa
  • 4 canecas bem cheias de framboesas maduras
  • 3 + 1/4 canecas de açúcar escuro
  • sumo de 1 limão

Colocar todos os ingredientes numa panela grande, em lume médio-alto, quando começar a ferver, deixar cozinhar por cerca de 7-10 minutos.
Quando estiver pronto, deixe arrefecer.
Retirar a tarte do congelador e cubra com o doce de framboesa.

Adicionar morangos e framboesas frescas a gosto 

Servir fria 🙂

Take That Vacation: Travel is Good for Your Mental Health

You ever notice that when you come back to work after a nice vacation you are calmer, more focused and even happier? There is a reason for that – travel is good for your mental health. While you may think that putting off your use of those vacation days may help you look good at work, chances are you would be better off using them and reaping the benefits of a better work performance spurred by your good mood.

Travel Gets You Out of Your Head

One of the ways travel helps with mental health is through its endless distractions. When you get too caught up in the one or more of the many traps of negative thinking, the result is often disappointment or anxiety. We aren’t supposed to constantly ponder ourselves, our choices and our status in the world. Learning to let these thoughts and judgments go as soon as they appear is a cornerstone of meditation. However, it can be helpful to just live your life to avoid overthinking and travel is just that – life lived at its fullest!

Travel Boosts Your Confidence

When we get stuck in a rut, it is easy to start doubting yourself. You lose your enthusiasm for the things you do throughout the day and things can start to feel hopeless. Shaking things up by going on a vacation can help give your confidence the boost it needs if you’re feeling weighed down by your routine. Traveling allows you to get to know yourself again in an unfamiliar environment.

You can celebrate your small victories while on vacation, whether they are making your flight on time or effectively communicating your needs in another language. Travel is a great way to remind yourself about the limitless potential of the world and yourself. This can be especially helpful for people who are in recovery for addiction. As a supplement to clinical treatment, a journey of self-discovery can be a great way to start out a new, sober life.

Travel Improves Your Communication Skills

So much of the conflict we have to deal with in life is a direct result of poor communication. People tend to be bad communicators when they are unable to see past their own point of view and speak beyond their own personal language. Traveling helps you to see the world from several points of view. Furthermore, breaking out of your comfort zone and having to communicate with strangers when you are on vacation is a great way to reduce anxiety when it comes to dealing with people at home and work. Travel more and watch your relationships in all areas of life improve thanks to your well-rounded communication skills.

Travel Makes You Adaptable

Adaptability may be the key to happiness missing from your life. When we fail to adapt, we fail to live in the present. When we don’t live in the present, we get bogged down by the “shoulds” and “coulds” and fail to appreciate what is happening right in front of us. Traveling instills adaptability at every twist and turn of the journey. From rolling with a departure time change to having to figure out what to do when a plan in the itinerary falls through, you have to take those setbacks and work to not let them ruin your entire trip. When you know that things don’t always go as planned and sometimes a complication can lead to something better, you are less likely to unnecessarily stress out and stew in negative feelings. Instead, you learn to live in the moment and appreciate what you have for increased overall happiness.

Don’t hoard your vacation days. Taking the time to travel can be seriously beneficial for your mental health. Hitting the road helps get you out of your own head and boosts your confidence. Being in a different environment and trying new things can also improve your overall communication skills. Most importantly, travel teaches you to be more adaptable – a key component for a happier life.

Henry Moore is passionate about travel and health, and he writes about how to get the most out of both on his website FitWellTraveler.

Have a look at his page and find more articles with tips and exciting destinations.

Henry believes travel can change you, and good health preserves you.

If you are planning to travel as a vegan / vegetarian follow this link for some great practical tips.